quarta-feira, 13 de junho de 2012

La Cabalgata del Circo - Elenco

Em 3 de maio de 1914, nascia em Buenos Aires Armando Bó, que ao longo da vida trilhou sua jornada profissional sempre voltado para a arte; tornou-se ator, diretor, produtor, roteirista e compositor da Era Clássica do cinema argentino. Iniciou sua carreira artística em 1939 atuando no filme Ambición; a este seguiram-se várias produções que se estenderam até final dos anos 40, entre elas, destaque para: Chimbela, Un Señor mucamo, Fragata Sarmiento, "Joven, viuda y Estanciera", Cândida millonaria, Los tres mosqueteros, La Cabalgata del circo, La Caraba, Si mis campos hablaran e Con el sudor de tu Frente. No início dos anos 50 Armando já cultivava um interesse maior pela produção de um filme do que propriamente pela participação como ator; isto fez com que partisse para essa nova empreitada em sua carreira, lançando seu primeiro trabalho como diretor em 1954 com o filme Sin familia. Diferente da maioria dos diretores de sua época, Armando ousava com cenas eróticas em suas obras, e coube a ele em 1956 com o filme El trueno entre las hojas, incluir a primeira cena de nudez da história do cinema argentino. Envolveu-se em quase 100 produções ao longo de sua carreira, encerrando-a como ator em 1979 com El último amor en Tierra del Fuego e como diretor em 1980 com Una viuda descocada. De sua vida pessoal, como dito no início, pouco se sabe; porém deixou para o cinema argentino um herdeiro com grande destaque, seu filho Víctor Bó. Faleceu no dia 8 de outubro de 1981 aos 67 anos de idade.

Orestes Caviglia nasceu no dia 9 de novembro de 1893 e foi considerado um dos grandes nomes da chamada Era Clássica do cinema argentino. Infelizmente, pouco se sabe sobre sua vida pessoal; mas como ator e diretor, Orestes apareceu em mais de 20 filmes, marcando sua estreia em 1936 com o filme Tararira. A partir daí, foi convidado a fazer parte do elenco de grandes produções ao lado dos mais renomados atores de sua época, tais como: Melgarejo, Viento norte, En el viejo Buenos Aires, Casa de muñecas, La cabalgata del circo, Rosa de América, Pelota de trapo e El octavo infierno, seu último filme. Como diretor, tem 6 produções cinematográficas, com destaque para Al toque de clarín de 1941. Faleceu no dia 1° de abril de 1971.

No dia 2 de abril de 1920, nascia em Vigo/Espanha, o pequeno Manuel Francisco Castro Ríos, que mais tarde brilharia no cinema argentino com o nome artístico Ricardo Castro Ríos. Não há muitos registros de sua vida particular ou mesmo profissional, estabelecido em Buenos Aires, estreou nas telas de cinema em 1945, no clássico La Cabalgata del Circo ao lado de Libertad Lamarque e Hugo del Carril. No ano seguinte, participou de Inspiración e em 1947 esteve presente noutro clássico do cinema argentino A sangre fría ao lado da atriz Amelia Bence. Sua filmografia conta com mais de 40 trabalhos realizados entre filmes e seriados para TV, sendo que seu último trabalho nas telas foi Amnesia em 1994. Faleceu em 21 de janeiro de 2001, aos 80 anos de idade vítima de câncer.

Outros atores: Evita Perón, José Olarra, Juan José Miguez, Ilde Pirovano, Tino Tori, Elvira Quiroga e Ana Nieves.

10 comentários:

M. disse...

Isso é que eu chamo de fazer um grande apanhado sobre uma produção cinematográfica! Este filme eu quero muito ver RUbi. Excelente post! Arrasando como sempre.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

nada conheço do cinema argentino antigo...

O Falcão Maltês

Jefferson C. Vendrame disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Jefferson C. Vendrame disse...

Rubi, valeu muito por sua dica, eu vou procurar La Cabalgata Del Circo pois como lhe disse anteriormente circo muito me interessa.

Grande abraço

disse...

Também vou procurar La Cabalgata del Circo o mais rápido possível!
Achei muito interessante o fato das vidas pessoais desses atores ser tão misteriosa. Parece que fofoca e especulação não faziam parte do cinema clássico argentino, não?
Beijos!

Iza disse...

Ainda não assisti o filme La Cabalgata del Circo, mas gostei muito do post que você fez. Acho que nunca assisti um filme argentino, minha mãe que é fã. Beijão <3

Patrícia disse...

To amando conhecer esses artistas argentinos, não conheço nada de lá, Rubi.


Fiquei feliz q gostou das bonekitas, pode sim postar , faça como desejar. Vou te mandar depois elas sem a palavra agenda


Bjkas

Beatriz Alencar disse...

Tinha um vago conhecimento dele, mas já tinha ouvido falar dele num livro que eu li sobre o cinema latino. É incrível os detalhes do cinema antigo - não apenas americano - que você trás, bem interessante! Abraços,

Tsu disse...

Oi Rubi ^^
Gostei da trajetória de Armando Bó;...e as fotos daquela época eram tiradas de um angulo bem interessante...e poxa! Está tocando Evita ao ao fundo! *.*
Ah eu tento sempre achar os melhores cosplays de determinados personagens...levo muito em conta a aparência física da pessoa e também o cenário que deixa a foto bem bonita.
As coisas estão melhorando por aqui sim ^^ Creio que já estou podendo voltar á ativa normal..se bem que na correria do trabalho tá ficando dificil...
ahsahsahs você te mmedo dessas coisas de quadros malignos? Eu não vejo isso como algo de terror, vejo como algo perturbador nos quadros das crianças..porque parece fruto de um psicopata...
Ah e falando em cosias assustadoras...vc viu o Prometheus? Que filmaço!
bjs

Dário Shoupaiwisky disse...

EAEW, TUDO BOM?
NOSSA, CONHECIA ELE SÓ NÃO SABIA O NOME.
BJAO
@OFTHEMODA

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